Itapema avança no alargamento da Meia Praia e reforça seu protagonismo no mercado imobiliário

O projeto de alargamento da Meia Praia, em Itapema, avançou para sua etapa mais decisiva e já entra no radar como um dos movimentos urbanos mais relevantes da cidade nos últimos anos.
Após a emissão de parecer favorável à Licença Ambiental de Instalação pelo Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA), o projeto ficou apto para sair do papel — um marco importante dentro de um processo que vinha sendo estruturado desde 2024, quando a licença prévia foi concedida.
Mais do que uma atualização pontual, esse avanço consolida uma tendência clara: o investimento contínuo na qualificação da orla como vetor de valorização imobiliária.
Uma intervenção que vai além da estética
O projeto contempla cerca de 4,7 quilômetros da orla da Meia Praia, entre os molhes dos rios Perequê e Taboleiro das Oliveiras, com previsão de utilização de até 416 mil metros cúbicos de areia.
Após a estabilização, a faixa de areia deve ganhar, em média, 20 metros de largura — o que impacta diretamente a forma como a cidade se relaciona com sua principal vitrine: o mar.
Na prática, os efeitos se distribuem em diferentes níveis:
Ampliação da área de lazer e uso públicoRedução dos impactos causados por ressacas
Requalificação urbana da orla
Aumento da atratividade para turismo e moradia
O que muda agora, na prática?
Com a etapa de licenciamento praticamente concluída, o município passa a focar na estruturação do processo licitatório e contratação da obra, estimada em aproximadamente R$ 60 milhões.
A expectativa é de que, uma vez iniciada, a execução aconteça em um prazo relativamente curto, próximo de cinco meses — o que acelera a percepção de transformação urbana.
Um movimento que acompanha o posicionamento de Itapema
Itapema já ocupa uma posição consolidada entre os mercados imobiliários mais valorizados do Brasil, ficando atrás apenas de Balneário Camboriú no ranking de preço por metro quadrado.
Nesse cenário, obras estruturantes como o alargamento da Meia Praia não surgem como fator isolado de valorização, mas como parte de um ciclo contínuo de crescimento planejado.
Para quem acompanha o mercado com visão estratégica, o sinal é claro: melhorias na infraestrutura urbana, especialmente na orla, tendem a sustentar - e muitas vezes antecipar - novos patamares de valorização.
Após a emissão de parecer favorável à Licença Ambiental de Instalação pelo Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA), o projeto ficou apto para sair do papel — um marco importante dentro de um processo que vinha sendo estruturado desde 2024, quando a licença prévia foi concedida.
Mais do que uma atualização pontual, esse avanço consolida uma tendência clara: o investimento contínuo na qualificação da orla como vetor de valorização imobiliária.
Uma intervenção que vai além da estética
O projeto contempla cerca de 4,7 quilômetros da orla da Meia Praia, entre os molhes dos rios Perequê e Taboleiro das Oliveiras, com previsão de utilização de até 416 mil metros cúbicos de areia.
Após a estabilização, a faixa de areia deve ganhar, em média, 20 metros de largura — o que impacta diretamente a forma como a cidade se relaciona com sua principal vitrine: o mar.
Na prática, os efeitos se distribuem em diferentes níveis:
Ampliação da área de lazer e uso públicoRedução dos impactos causados por ressacas
Requalificação urbana da orla
Aumento da atratividade para turismo e moradia
O que muda agora, na prática?
Com a etapa de licenciamento praticamente concluída, o município passa a focar na estruturação do processo licitatório e contratação da obra, estimada em aproximadamente R$ 60 milhões.
A expectativa é de que, uma vez iniciada, a execução aconteça em um prazo relativamente curto, próximo de cinco meses — o que acelera a percepção de transformação urbana.
Um movimento que acompanha o posicionamento de Itapema
Itapema já ocupa uma posição consolidada entre os mercados imobiliários mais valorizados do Brasil, ficando atrás apenas de Balneário Camboriú no ranking de preço por metro quadrado.
Nesse cenário, obras estruturantes como o alargamento da Meia Praia não surgem como fator isolado de valorização, mas como parte de um ciclo contínuo de crescimento planejado.
Para quem acompanha o mercado com visão estratégica, o sinal é claro: melhorias na infraestrutura urbana, especialmente na orla, tendem a sustentar - e muitas vezes antecipar - novos patamares de valorização.